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Cães terapeutas ajudam a amenizar a dor em velórios

Cães terapeutas ajudam a amenizar a dor em velórios

As capelas Vaticano de Curitiba (PR) e de Balneário Camboriú (SC) contam agora com cães terapeutas nos velórios. Treinados para deixar as pessoas se aproximarem, fazerem carinhos e afagos, os cachorros auxiliam no processo de luto interagindo com os presentes. “Sabemos a ligação que as pessoas têm com cachorros e percebemos como a presença de um cão dócil muda o bem-estar delas em momentos tão difíceis como um velório”, explica Mylena Cooper, sócia do Crematorium Vaticano. As presenças dos cães terapeutas não têm custo extra para as famílias.

Em Balneário Camboriú, o cão Artur circula nas áreas comuns do Crematorium Vaticano durante velórios e também em atividades como as realizadas no Dia de Finados. De porte médio e aproximadamente sete anos de idade, o cãozinho usa um uniforme com bolsos, onde carrega mensagens positivas para as pessoas. A iniciativa foi uma parceria do Crematorium Vaticano com a Secretaria da Pessoa Idosa de Balneário Camboriú e tem chamado atenção da mídia.

Artur já visita lares de idosos com o objetivo de animar e levar mais vida aos moradores. “Ele é treinado para passar amor para as pessoas. Nos velórios ele sempre irá se aproximar muito de quem mais precisar, ele identifica quem gosta de cachorros e quem precisa de mais conforto e carinho”, fala a adestradora Vitória Ferreira. “Parece que ele sente o que as pessoas sentem e traz consolo para as famílias na hora da despedida”, completa ela.

Cães terapeutas representam nova abordagem

A Capela Vaticano de Curitiba também possui um espaço para que os pets circulem nas áreas comuns do local. No total, 13 cães terapeutas se revezam entre as visitas e só entram nas salas de velórios com a permissão da família.

No Paraná, a ação é uma parceria do Crematorium Vaticano com Mariza Mastaler Ayres, dona dos cães. Mariza tem curso de cinoterapia, uma nova abordagem terapêutica que tem como diferencial o uso de cães como coterapeutas no tratamento físico, psíquico e emocional de pessoas com necessidades especiais. “Já trabalho há 11 anos com cães terapeutas, eles também fazem parte do Projeto Amigo Bicho onde também visitam hospitais e crianças especiais” comenta Mariza.

É importante lembrar que todos os cães terapeutas que atuam nos velórios são vacinados, com vermífugo e antipulgas em dia, e ainda passam por testes que possuem vários requisitos e critérios. Um dos requisitos destacados por Mariza é a tranquilidade do cão. Um exemplo são Hanna e Nala, duas cadelas que fazem visitas na capela paranaense. Muito tranquilas, Hanna tem aproximadamente sete anos e faz trabalhos terapêuticos desde os três meses. Já Nala tem quatro anos e também faz parte do projeto desde os três meses de idade.

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