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Você sabia? 5 Fatos relevantes na história do crematório Vaticano

Você sabia? 5 Fatos relevantes na história do crematório Vaticano

Com mais de 80 anos de atuação no ramo funerário, a Vaticano construiu uma trajetória de sucesso que permitiu ingressar com sucesso na prestação de serviços de cremação. Ao longo de sua história, pioneirismo, inovação e respeito têm sido palavras-chave e estão sempre presentes nos fatos mais relevantes do crematório Vaticano, como mostra a lista a seguir.

Você sabia? O primeiro crematório em Curitiba

Em 2000, era inaugurado o Crematorium Vaticano em Curitiba, o primeiro no estado do Paraná, marcando a entrada da Vaticano no segmento de cremação. Já naquela época a empresa buscou desenvolver um trabalho diferenciado, focado nas melhores práticas e, acima de tudo, no respeito aos seus clientes sempre adotando os procedimentos mais corretos e de acordo com as normas vigentes.

Você sabia? Expansão do crematório Vaticano para Santa Catarina

Sete anos após a inauguração do primeiro crematório, a Vaticano expandir suas fronteiras literalmente e abriu sua primeira unidade em Santa Catarina, em  Balneário Camboriú. Com mais de dez anos de atuação, o crematório localizado às margens da BR 101 rapidamente tornou-se referência e além dos procedimentos e cuidados (como a estrutura acolhedora), a primeira unidade catarinense também inovou como a adoção dos cães terapeutas (foto abaixo), hoje presentes em praticamente todas as unidades.

crematório Vaticano

Você sabia? Chegada à Grande Florianópolis

Outro fato marcante na trajetória do Vaticano ocorreu em março de 2017 com a chegada à Capital catarinense. Inicialmente, a empresa  abriu uma Capela na região próxima ao Cemitério São Francisco de Assis, no bairro do Itacorubi, com toda a infraestrutura para as últimas homenagens e com traslado para cremação na unidade de Balneário.

Um ano depois, a Vaticano deu um passo ainda mais importante em território catarinense com a inauguração da unidade em Palhoça, na Grande Florianópolis, e que é o maior complexo crematório do estado. Situado às margens da BR 101, sentido Sul, e contando com um espaço total de mais 1.400 m², a unidade oferece todos os serviços relacionados à cremação e uma estrutura completa para que as últimas homenagens ao ente querido sejam prestadas com respeito, carinho e afeto.

Você sabia? Respeitos aos animaizinhos de estimação

Mantendo sua essência de prestar um serviço atencioso e respeitoso, a partir de 2017, a Vaticano passou a realizar também a cremação PET com a criação do Crematório PET Vaticano. O objetivo é oferecer uma opção adequada sobre o que fazer quando o bichinho de estimação morre, levando em conta todo o carinho que ele transmite em vida e promovendo uma despedida digna. Se a relação dos donos ou tutores com seus PETs mudou no decorrer dos anos, a cremação tornou-se uma decisão cada vez mais indicada e disponível nas unidades Vaticano de Curitiba e Palhoça.

Você sabia? Inovação com as cinzas

Por fim, um fato que tem dado cada vez mais destaque ao Vaticano diz respeito ao destino que os familiares podem dar para as cinzas do ente querido após a cremação. A possibilidade de transformá-las em um pingente de cristal ou até em um diamante são opções para quem deseja manter viva e sempre presente materialmente a lembrança de quem partiu – pode ser também o amiguinho PET.

As duas técnicas são exclusivas do crematório Vaticano. Tudo começou em 2008, quando passou a ser pioneira também na técnica de transformar cinzas em diamante, com a devida certificação. Depois, em 2015, a empresa passou a oferecer a opção de usar as cinzas para fazer cristais. E as duas técnicas continuam impressionando e encantando as pessoas, especialmente os parentes que guardam com carinho lembranças tão especiais quanto estas.

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