meio ambiente

Cremação é um processo sem poluentes

Um estudo do IBGE revela que entre 2014 e 2016, 4,6% da cobertura do território brasileiro foi modificada, frente aos 3,5% de alterações verificadas de 2010 a 2012. Felizmente, o processo de desflorestamento tem reduzido nos últimos anos, contribuindo para a preservação do meio ambiente. As emissões brutas de gases poluentes no Brasil, por sua vez, cresceram 3,5% em 2015 em relação a 2014 e em muito em função das queimadas. No Crematorium Vaticano, a preocupação com a sustentabilidade está presente entre os inúmeros motivos que impulsionam o aumento no número de cremações  – uma opção que foge à liberação de gases poluentes e é extremamente ecológica e correta.

Preocupação com o meio ambiente

Optar pela cremação é escolher o processo póstumo que gera o menor impacto ao meio ambiente do planeta. Embora muitas pessoas associam a cremação à ideia de poluição, ela não gera nenhum resíduo que possa contaminar o solo ou a atmosfera. O procedimento evoluiu ao longo dos anos e conta, hoje, com tecnologia e equipamentos modernos. Um exemplo está na fumaça: na cremação, ela não existe. As alças dos caixões e outros metais que possam ser prejudiciais à saúde e ao meio ambiente são retiradas na hora da técnica. A tecnologia possibilita realizar a cremação a 900 graus Celsius em aproximadamente duas horas, queimando os gases poluentes que passam por tubulações fiscalizadas regularmente pelos órgãos ambientais.

As cinzas resultantes da cremação são compostas, basicamente, por carbono, um material não poluente – podem ser jogadas no mar ou na natureza sem gerar contaminação. Mesmo assim, o cuidado é uma palavra constante em todo planejamento do Crematorium Vaticano, oferecendo uma linha de urnas que colabora para não agredir o meio ambiente e respeita os desejos dos familiares.

São urnas biodegradáveis e hidrossolúveis feitas com compostos orgânicos, como papel reciclável, areia e tintas naturais, que podem ser lançadas ao mar ou até mesmo enterradas. As urnas biodegradáveis, por sua vez, feitas de papel reciclado, areia e tintas naturais, acompanhadas de sementes de árvores nativas. Quando plantadas, as cinzas, que têm cálcio, servem como adubo e passam a fazer parte da planta que nasce e começa uma nova história. Já as hidrossolúveis têm formato de concha e se dissolvem na água sem prejudicar a fauna e flora marinhas.

Seja qual for o destino dado às cinzas, a cremação é, hoje, a escolha mais ecológica. É um ato de consciência com o planeta e com as futuras gerações – e o Crematorium Vaticano apoia isso.

Quer saber mais sobre o processo de cremação e os serviços do Crematorium Vaticano? Preencha o formulário e entre em contato conosco.


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