Robson Batista de Almeida

  • Robson Batista de Almeida
  • 06/09/1983
  • 02/10/2018

Homenagem ao Robson Batista de Almeida

Robson era uma pessoa  extremamente alegre e bem humorado. Foi casado por 18 anos com Franciane  Barbosa. Era filho único de Jurandir Batista de Almeida e  Neuzely Aparecida Alberti.  E o  pouco que viveu, viveu intensamente. Foi pai  jovem, aos 19 anos, o que permitiu curtir sua única filha Steffanny intensamente . Herói, amigo, companheiro era o que o pai representava para a adolescente de 16 anos.

Steffany teve muitos momentos divertidos e  inesquecíveis com o pai. Ela  conta:

“É muito difícil acordar sem  meu pai me  cutucando e a saudade dele cantando quase como um autofalante mesmo usando fone. Das brincadeiras de luta que ele fazia comigo. Lembro dele cuidando de mim antes de ir para escola, cuidando dos cachorros, assistindo a novela, La Casa de Papel, Lúcifer, jogo de futebol . Quando me acordava jogando água no meu rosto, quando fazíamos um ritual pra copa, quando andávamos de moto. São muitas lembranças”. 

Ainda recorda de  outro momento carinhoso que teve com o pai. De um dia estar bem chateada e de  não querer  falar com ninguém. Foi quando seu pai disse que no mínimo um “bom dia” ela teria que dizer, porquê quando ele morresse gostaria de ser lembrado não por ser famoso ou rico, mas por ter sido uma boa pessoa. Esse momento ficou muito marcado para Steffanny.

Robson  sempre foi muito trabalhador,  conseguiu comprar seu carro e concluir a graduação de Administração de Empresas, era torcedor do Athlético Paranaense, gostava muito de futebol e carros. Suas músicas preferidas eram:  Faroeste caboclo -Legião urbana,   Eu Nasci há mil anos atrás- Raul Seixas e Metamorfose ambulante.

Pior momento para a família foi quando Robson adoeceu no ano de 2018 e ficou internado durante 1 mês na UTI ( Unidade de Terapia Intensiva), no hospital do Trabalhador, em Curitiba.  Faleceu dia 02 de outubro do mesmo ano, com apenas 35 anos. Foi sepultado no Cemitério Vaticano,  em Almirante Tamandaré.

Hoje Steffanny fala do seu pai com muita saudade:

 “Pior sensação do mundo! Eu queria acordar com a cara molhada e perceber que foi tudo um sonho e que ele vai sair fim de semana com a minha mãe, vai visitar o melhor amigo. Vai no meu casamento, me levar até o altar, ver que me formei, que vai ser avô,  se eu tiver um filho. Entre milhares de coisas que eu queria era que ele tivesse aqui,  pra ver e se orgulhar porquê eu amo meu pai  demais,  e preciso do jeito dele na minha vida!

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Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor ...

Raul Seixas.

 

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