Qual procedimento deve ser tomado quando uma pessoa morre?

Qual procedimento deve ser tomado quando uma pessoa morre?

Na verdade é um procedimento que ninguém quer ter conhecimento. Mas infelizmente é uma realidade para todos e somente quando ocorre o inesperado é que as famílias percebem de a necessidade de ter que legalizar o óbito de um ente querido.

Quando ocorre o falecimento dentro de um hospital, por exemplo, o processo legal fica mais simples por conta da Declaração de óbito ser emitida pelo próprio hospital.  E com o documento em mãos a família deve se deslocar a um local de serviço funerário, se o serviço for da prefeitura, como em Curitiba, a família tem que ir  até o  Serviço Funerário Municipal da capital paranaense para dar entrada no Atestado de óbito. De acordo com Leandro Prado, atendente de Planos Preventivos de Assistência Funeral, da Vaticano de Curitiba, se o desejo do falecido é ser cremado, ainda assim é preciso da autorização dos familiares, e o documento de autorização deve ser firmado por dois médicos, ou por um médico legista.  Se a morte foi de forma violenta ou de causa desconhecida, é necessário uma autorização por parte da autoridade judiciária responsável, além da apresentação do B.O (boletim de ocorrência).

                                                        
                                                        Leandro Prado- Vaticano / Curitiba

Se a morte ocorrer dentro de uma residência os trâmites legais ficam mais complicados. O primeiro passo é entrar em contato com uma delegacia de polícia e registrar um Boletim de Ocorrência para ser questionado o motivo do falecimento. Feito isso, um investigador vai até o local para averiguar se houve morte natural ( infarto, avc, por exemplo) ou morte suspeita (motivada por um homicídio). Se constatar que foi morte natural o corpo é encaminhado para a necropsia onde passa por uma análise criteriosa para saber a causa específica da morte, na sequência é emitido o Atestado de óbito.  Porém se constatar morte suspeita é necessário aguardar o término da perícia policial que envolve investigação o que inclui necropsia no IML (Instituto  Médico Legal, órgão da Secretaria de Segurança Pública do estado.

E se ocorrer em via-pública (ruas, avenidas)? É similar quando acontece em residência, seja morte em acidente de trânsito ou morte súbita, é necessário chamar a polícia que irá encaminhar para o IML (Instituto Médico Legal).

Documentações para o sepultamento

Primeiro documento de comprovação do falecimento  é o Atestado de óbito. Esse documento é importante para dar sequência no sepultamento e geralmente é expedido pelos próprios médicos nos hospitais, se a morte ocorreu de forma violenta o órgão expedidor sempre será o IML (Instituto Médico Legal). Atestado de óbito ou declaração de óbito é o documento médico que declara o término da vida de um indivíduo, apontando também as causas que ocasionaram a morte. Embora sejam nomes parecidos também é necessário a Certidão de Óbito  que é o registro do falecimento do cidadão, feito em Cartório Civil do distrito onde ocorreu o óbito. A apresentação é exigida, por exemplo, quando o viúvo ou viúva desejam se casar novamente em Cartório Civil, para dar entrada no requerimento de pensão ou iniciar processo de inventário ou testamento.

De posse desses dois documentos, a família pode escolher os serviços funerários de acordo coma vontade do falecido. Normalmente a própria funerária libera e faz o transporte do corpo do hospital ou do IML.

Quais são as informações necessárias para emitir a Certidão de Óbito?

É  preciso que o familiar responsável vá até um cartório e apresente algumas informações, como:

  1. ano, mês dia e hora do falecimento;
  2. o local do falecimento;
  3. nome, sobrenome, idade, sexo, cor, profissão, estado civil, naturalidade, domicílio e residência do falecido;
  4. se o falecido era casado, será preciso apresentar também o nome do cônjuge e a certidão de casamento (mesmo que o parceiro seja falecido ou que tenha havido separação);
  5. nomes, sobrenomes, naturalidade, residência e profissões dos pais;
  6. se a morte foi de causa conhecida, natural ou violenta e o nome dos médicos que forneceram o atestado de óbito;
  7. se era eleitor;
  8. se deixou testamento conhecido ou bens e herdeiros interditos e menores;
  9. se deixou filhos (nome e idade de cada um deles).

Planos preventivos de Assistência Funeral evita desgastes

Portanto, quem tem plano preventivo de assistência funeral consegue resolver o evento inesperado de uma forma que miniminiza  os desgastes físicos e emocionais. Pois recebe toda orientação necessária de como proceder em um momento tão difícil para a família. Evita transtornos e garante segurança e agilidade em todo o processo funerário.

Para o  Wagner Vitor, gerente de  Atendimento de Planos Preventivos de Assistência Funeral da Vaticano é muito importante saber escolher o plano “ Primeiro busque muitas informações sobre os planos funerários bem como se a empresa é conhecida, sobre a procedência, e quanto tempo atua no mercado”, finaliza.

                                                              
                                                 Wagner Vitor  - Gerente de Planos  - Vaticano /Curitiba  

A  Vaticano é uma empresa que atua há mais de 80 anos no segmento funerário e pode se dizer que foi uma das precursoras em fazer atendimento humanizado. A empresa atende em Curitiba, região metropolitana e no litoral no Paraná. Também atende em Santa Catarina:  Balneário Camboriú, Florianópolis e Palhoça.

Mais informações

Curitiba:  0800 – 0004141

 41 9 9101-1234

Almirante Tamandaré: 41 3019-3006

Balneário Camboriú: 47 3361-0400

Florianópolis: 48 3236- 3006

Palhoça: 48 3242-3009

 

 

 

 


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A Vaticano possui a mais completa estrutura para melhor atender seus clientes, contando com Capelas de Velório, Cemitério, Crematórios, Crematórios Pet, Floricultura e Distribuidora de Flores. Buscamos constantemente o aprimoramento no atendimento às famílias enlutadas e de nossos profissionais. Estamos sempre em busca de inovações no setor. É uma empresa de origem familiar, e hoje, é administrada pela terceira geração.