Depressão Canina ou tristeza profunda? Saiba a diferença!

Por um acaso você tem um pet e não sabe se ele tem depressão? Está percebendo alguns comportamentos diferentes e quer ter a certeza se o pet está com essa doença?

Foto/divulgação

Porém, depressão em gatos e cachorros não existe. Mas como assim não existe? A depressão em humanos para ser diagnosticada, é preciso ficar atento no histórico do paciente, analisar o estilo de vida, e essa pessoa precisa ser submetida por uma avaliação de uma junta médica. Existem vários fatores que podem levar uma pessoa a ter depressão, uma noção de faltar algo, e por conta disto vem o desespero. Esses fatores envolvem muita coisa, por isso, a depressão é estudada continuamente pelos pesquisadores. E quando se trata de cães e gatos, a palavra não seria exatamente depressão, e sim “tristeza profunda”, isso porque a noção de si, do presente, passado e futuro ainda não foram comprovadas em animais. Porém, por ser uma característica próxima à depressão nos humanos, esta palavra é usada para maior compreensão, mas não tem nada a ver com a depressão humana.

Portanto, separamos 4 sintomas evidentes em animais quando estão sentindo a tristeza profunda. São eles:

Fiquem atentos a estes sinais. Foto/divulgação

Inapetência- Muito comum quando estão nesta situação, os animais perdem o apetite para comer, beber água, mesmo se for oferecido o petisco que eles mais amam. Preferem não comer e ficar no cantinho deles.

Prostração- Quando os pets não querem sair da caminha, do seu cantinho, ficam quietinhos e amuadinhos. Neste caso, a depressão humana fica muito parecida com esta fase dos animais. Mas, calma! Não tem nada a ver com a depressão humana.

Desinteresse- O pet perde o interesse de brincar, de passear, de ficar perto das pessoas que ele amava ficar perto antes. Ou seja, o animal perde o interesse das coisas que ele mais gostava de fazer.

Mudança brusca de comportamento- O cachorro que era muito alegre, se torna agressivo do nada, ou mesmo o cão que comia três vezes por dia, passa a comer uma vez por dia, numa quantia bem menor. Ou aquele pet que era bem carinhoso e passa a ficar na dele. Entre outros comportamentos que ele tinha antes, e não tem mais.

E o que pode causar todos estes sintomas?

Ainda vem sendo estudado bastante para compreender os motivos. Porém, um dos motivos já foi identificado, mudanças bruscas da rotina ou dos hábitos do animal pode causar estes sintomas. Outra causa, é a morte da figura do apego. E o que isso quer dizer? Pode ser a morte de um animal, ou de um ser humano que o animal tinha muito apego. Ou até mesmo o afastamento de uma pessoa que o pet estava acostumado a conviver, saiu do seu habitat, da sua rotina, e com este distanciamento, o animal pode desenvolver a tristeza profunda. O pet que não sai de casa, não interage com os tutores, não sai para passear, não faz nada, automaticamente viverá com tédio que também pode causar a tristeza profunda. E outro sinal que as pessoas não prestam muito atenção é quando o bichinho está sentindo dor, principalmente se for crônica, é um dos motivos que ele também se afasta, fica isolado, por medo de ser tocado.

E como resolver tudo isso?

A primeira coisa a fazer é buscar um médico veterinário especialista em etologia clínica, que estuda o comportamento animal. Este profissional vai conseguir analisar qual é o fundamento daquele comportamento. Se você observou que seu pet está mais quietinho, recluso na caminha dele, o médico especialista vai descrever o porquê isso ocorreu. Quando começou e o que motivou o animal a sentir os sintomas. E se porventura, for uma dor, o etologista vai encaminhar o pet para um médico especialista para tratar essa dor. Por isso, previna o seu pet da tristeza profunda, enriqueça seu ambiente com brinquedos, seja mais interativo, crie situações para que o animalzinho de estimação desenvolva os comportamentos naturais da espécie.

Fonte: Luiza Cervenka

 

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