Microchips em animais servem como carteira de identidade

Microchips em animais servem como carteira de identidade

O microchip é um dispositivo eletrônico que tem o tamanho de um grão de arroz que possui um código inalterável, ou seja, uma série de números única no mundo.  E ao contrário do que algumas pessoas pensam, não funciona como rastreador e tem como objetivo identificar o animal, o chip é como fosse uma carteira de identidade, em diferentes situações. Por exemplo, se o animal for roubado, ou se estiver perdido, com o chip é possível rastrear as informações do pet e do seu tutor. Primeiro de tudo, o tutor faz um cadastro com todos seus dados e do seu pet onde ficará em uma plataforma atrelado ao chip.

                        

Aplicação do chip
A aplicação do chip é feita próximo ao pescoço de forma subcutânea somente por médicos veterinários. O procedimento é simples, rápido, indolor e não causa alergia. Não há necessidade de sedar ou aplicar anestesia local no pet. Após a inserção do dispositivo no pet, o tutor recebe um Certificado de Identificação Animal onde constam seus dados, dados do seu pet e o mesmo código do microchip inserido no seu bichinho de estimação.  Para quem tem interesse em chipar seu bichinho de estimação é recomendável  que seja a partir do 10º dia de vida, ou quando completar três meses e implantar junto com  as vacinas.

De que forma é feito a identificação do animal?
O dispositivo é lido por um equipamento eletrônico chamado scanner que tem um formato parecido de uma máquina de cartões de crédito e débito. Esse equipamento é colocado próximo ao pescoço do animal e automaticamente aparece no visor do aparelho o código. Segundo a Associação Americana de Médicos Veterinários a chance de um animal não ser identificado por um microchip praticamente não existe. Cada fabricante de microchip  possui um cadastro próprio, portanto, o scanner informa o nome do fabricante e o número do cadastro do animal quando o chip é ativado. É importante enfatizar que o chip é um sistema de identificação reconhecido e lido em todo o mundo. Não precisa ser recarregado o ativado quando acionado pelo leitor. Não precisa de manutenção e demora cerca de 100 anos para se decompor, ou seja, vai durar para toda a vida.

Nos EUA, Japão e alguns países da Europa o uso do aparelho já é obrigatório.  Portanto, os animais que viajam com seus tutores para estes países é obrigatório  implantar microchip neles. Os profissionais que trabalham com vendas de animais com pedigree, podem usar o microchip para animais com objetivo de comprovar o parentesco e emitir o documento. Isso evita falsificações de pedigree.  
O procedimento para a inserção do microchip veterinário varia para cada clínica veterinária. O custo de aplicação geralmente não é alto, fica entre R$60 a R$100.


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